
Reportagem :
Por Fabiana Machado Monteiro em 16/10/2007
A celeuma em torno do artigo do Luciano Huck já beira o ridículo e mostra o quão mesquinhas as pessoas podem se tornar diante de um fato tão banalizado nos dias de hoje.
O apresentador, pelo pouco que conheço de sua vida particular, trabalha desde cedo, conquistou sua fortuna com competência e talento, nunca o vimos envolvido em escândalos ou em jornais de fofocas quentíssimas e infames, sabemos ter ele um certo "toque de Midas" (e o que os críticos com sua revolta têm a ver com isso?) e parece-me, certamente, que ele tem todo o direito de ter um Rolex ou um carro de três dígitos ou o que quer que seja que desperte atenção de pessoas.
Ora bolas, o dinheiro é dele, e não de empreiteiras, falcatruas ou mensalões... É usado para o bem estar seu e de sua jovem família e, quem sabe, para qualquer tipo de caridade que ele, com certeza, deve fazer. Lembrando também que sua mulher rende bons lucros, não com pensões de filhos bastardos ou capas de Playboy oportunas, mas com trabalho, carisma e talento.
Não consigo entender o tom jocoso de algumas críticas em torno do episódio envolvendo o roubo de seu relógio. Qualquer pessoa fica revoltada, se sentindo traída pelas autoridades e desnuda diante da violência que lhe é acometida e tem, sim, sentimentos diversos em relação às emoções confusas que lhe tomam o peito.
Se isso se manifesta com raiva, pena, revolta ou descaso, é um problema de foro particular. Algumas vítimas se escondem, outras escrevem cartas revoltadas para os jornais, outras chamam o BOPE e outras, ainda, que têm a mídia ao seu lado, escrevem artigos. É a forma de desabafo, é a maneira encontrada para extravasar o que todo cidadão brasileiro tem vontade de gritar: não agüentamos mais! Lemos diariamente artigos assim.
O apresentador, pelo pouco que conheço de sua vida particular, trabalha desde cedo, conquistou sua fortuna com competência e talento, nunca o vimos envolvido em escândalos ou em jornais de fofocas quentíssimas e infames, sabemos ter ele um certo "toque de Midas" (e o que os críticos com sua revolta têm a ver com isso?) e parece-me, certamente, que ele tem todo o direito de ter um Rolex ou um carro de três dígitos ou o que quer que seja que desperte atenção de pessoas.
Ora bolas, o dinheiro é dele, e não de empreiteiras, falcatruas ou mensalões... É usado para o bem estar seu e de sua jovem família e, quem sabe, para qualquer tipo de caridade que ele, com certeza, deve fazer. Lembrando também que sua mulher rende bons lucros, não com pensões de filhos bastardos ou capas de Playboy oportunas, mas com trabalho, carisma e talento.
Não consigo entender o tom jocoso de algumas críticas em torno do episódio envolvendo o roubo de seu relógio. Qualquer pessoa fica revoltada, se sentindo traída pelas autoridades e desnuda diante da violência que lhe é acometida e tem, sim, sentimentos diversos em relação às emoções confusas que lhe tomam o peito.
Se isso se manifesta com raiva, pena, revolta ou descaso, é um problema de foro particular. Algumas vítimas se escondem, outras escrevem cartas revoltadas para os jornais, outras chamam o BOPE e outras, ainda, que têm a mídia ao seu lado, escrevem artigos. É a forma de desabafo, é a maneira encontrada para extravasar o que todo cidadão brasileiro tem vontade de gritar: não agüentamos mais! Lemos diariamente artigos assim.
Comentário:
Concordo com a reportagem , uma pessoa que trabalhou duro para conseguir adquirir seus bens, tem o direito de expressar sua indignação diante de um ato violento como foi o caso de Luciano Huck e não especificamente com ele. Qualquer cidadão brasileiro tem o direito e o dever de demonstrar públicamente sua indignação pela falta de segurança pública a que tem direito, por conta de suas obrigações cumpridas rigorosamente em dia. É o mínimo que se pode fazer.
Um comentário:
cada dia que passa seu blog fica melhor.....
continue assim.......
eheheheheh
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